ROG simultânea — colocar o implante e regenerar osso na mesma sessão cirúrgica — é possível quando se consegue estabilidade primária suficiente apesar da deficiência óssea, e quando o defeito é contido e permite o maneio da membrana sem risco de exposição.
A vantagem é a redução do tempo total de tratamento. A exigência é uma avaliação CBCT pré-operatória rigorosa, que confirme que o osso disponível no ápice do implante planeado suportará uma estabilidade primária adequada, e que a morfologia do defeito permite a adaptação da membrana.
ROG faseada — regenerar primeiro o osso e colocar o implante depois da integração confirmada — está indicada quando não é possível obter estabilidade primária, quando o defeito é extenso ou irregular, ou quando a complexidade cirúrgica do maneio simultâneo comprometeria o resultado de qualquer um dos procedimentos.
A cirurgia faseada acrescenta 4–6 meses ao calendário global, mas é a opção mais conservadora e previsível para defeitos complexos. A decisão não é uma questão de preferência — é tomada com base nos dados do CBCT na consulta de planeamento.