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Abordagens Regenerativas & Biológicas

Quando a biologia
é a intervenção.

Protocolos de orientação biológica para a regeneração de tecidos duros e moles — recorrendo a factores de crescimento, biomateriais avançados e princípios de terapia celular para maximizar a capacidade regenerativa do próprio paciente onde as abordagens standard ficam aquém.

Ferramentas biológicas
Factores de crescimentoPRF / CGF
BiomateriaisAvançados
Base de investigação6 anos
AplicaçãoTecidos duros + moles
As Abordagens

Três estratégias
biológicas

A medicina dentária regenerativa não é uma técnica única — é uma filosofia biológica aplicada através de várias estratégias complementares, cada uma seleccionada em função do défice tecidular e do potencial regenerativo do próprio paciente.

I
Concentrados autólogos
Fibrina Rica em Plaquetas (PRF) & Factores de Crescimento Concentrados (CGF)

Os concentrados plaquetários autólogos — obtidos a partir do sangue do próprio paciente no momento da cirurgia — constituem uma fonte concentrada de factores de crescimento, citocinas e de uma matriz de fibrina no local cirúrgico. O PRF e o CGF favorecem a cicatrização, apoiam a angiogénese e potenciam a resposta regenerativa tanto em procedimentos de tecidos duros como de tecidos moles. A evidência que sustenta a sua utilização em ROG, preservação alveolar e cirurgia mucogengival está estabelecida e em crescimento.

II
Biomateriais avançados
Enxertos & Sistemas de Barreira de Nova Geração

A selecção do material de enxerto e da membrana de barreira tem impacto directo na qualidade e no volume do tecido regenerado. Partículas de xenoenxerto avançadas com cinética de reabsorção optimizada, matrizes de colagénio com actividade biológica para além da simples manutenção de espaço, e abordagens combinadas que exploram as propriedades específicas de diferentes materiais — todas seleccionadas em função da morfologia do defeito e dos objectivos biológicos do caso.

III
Princípios de terapia celular
Protocolos Clínicos Informados pela Bioengenharia

Seis anos de formação em investigação em Bioquímica e Biologia Oral, com estudos avançados em Bioengenharia: Terapias Celulares e Medicina Regenerativa, constituem a base científica para compreender quando e como os princípios de terapia celular podem ser aplicados em casos clínicos de rotina e de maior complexidade — incluindo a evidência emergente sobre a aplicação de factores de crescimento na regeneração periodontal e na reconstrução óssea peri-implantar.

Enquadramento de Investigação
Fundamentada em seis anos de investigação em bioengenharia e medicina regenerativa

A abordagem regenerativa nesta prática não é um protocolo comercial — fundamenta-se na formação em investigação na Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa, incluindo seis anos no Grupo de Investigação em Bioquímica e Biologia Oral e estudos avançados em Terapias Celulares e Medicina Regenerativa. A tradução clínica da biologia regenerativa exige compreender o que a evidência realmente suporta — e o que permanece experimental.

Contexto Clínico

Quando as abordagens regenerativas
alteram o resultado

Os protocolos regenerativos são mais determinantes nos casos em que a abordagem standard — ROG convencional, material de enxerto standard, encerramento de ferida de rotina — dificilmente produzirá o volume ou a qualidade de tecido necessários para a estabilidade do implante a longo prazo e para o resultado estético.

Incluem-se: defeitos ósseos verticais de grande volume em que as membranas standard são insuficientes; locais de extracção complexos, com defeitos multiparietais e cortical vestibular fina; defeitos ósseos peri-implantares após descontaminação cirúrgica; e aumento de tecidos moles em pacientes com biótipo fino e capacidade de cicatrização comprometida.

A integração de PRF ou CGF nestes casos — combinada com a selecção adequada de biomateriais e com uma gestão microcirúrgica da ferida — produz de forma consistente uma cicatrização precoce superior, menores taxas de exposição da membrana e maior volume de tecido na reabertura.

A decisão de utilizar um protocolo regenerativo é tomada durante o planeamento digital — não no momento da cirurgia. A avaliação por CBCT da morfologia do defeito, a avaliação do biótipo tecidular e os factores específicos de cada paciente (capacidade de cicatrização, tabagismo, saúde sistémica) determinam que combinação de abordagens está indicada e qual é o limite regenerativo realista.

Procedimentos Relacionados

Frequentemente combinados

A biologia como
estratégia.

A consulta de planeamento inclui a avaliação dos protocolos regenerativos indicados para o seu caso — e do que a evidência suporta como resultado realista.

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